Se cada um de nós tem uma percepção diferente de tudo o que o envolve, quer derivado das assimetrias dos equipamentos biológicos de que somos dotados, quer também do resultado que somos enquanto ser passível de reestruturações face às experiências porque sofremos/passamos/assistimos. Quem pode afirmar que as conspirações de uns não podem ser a realidade de outros.
Tendo em conta que existe uma impossibilidade de deter toda a informação que é necessária para se poder afirmar algo como uma verdade absoluta, será que teremos de nos abster das afirmações e singirmo-nos a singelos questionamentos.
Posso não ter a certeza sobre muito do que afirmo, mas prefiro afirmar para errar, do que adoptar a postura do burro a olhar para o palácio.
Um espaço de ideias construtivas mas muitas vezes destrutivas. Um exercício de cidadania. Uma obrigação moral de nada deixar por terra que não valha a pena deitar abaixo.
domingo, janeiro 23, 2005
sábado, janeiro 22, 2005
Contracultura, contracorrente e caos
Estes três "C's" serão o ponto fulcral por onde todas as ideias expressas serão geradas. O feedback será bem-vindo, mas não escapara a crítica severá sempre que seja resultado de uma papagaiada de mainstream e não objecto do raciocío próprio de que parece que só alguns seres humanos foram dotados. Queremos um mundo novo, não o de Aldous Huxley, mas o resultado do doloroso e permanente parto que é indissocíavel do facto de viver e para tal termos de pensar, racicionar, sonhar, imaginar, ponderar, analisar, sentir, etc. Pois é isto que faz de nós seres humanos, e não aquele pensamento grupal da carneirada que se encontram absorvidos sem nada questionar, tendo o politicamente correcto como o forma mais sublime de livre arbítrio.
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